:aura de uma escuta através dos barulhos... { leia suas ƒilosonias e veja ϛЖкϿΛѦԊ e auricultura} (facebook | twitter | scribd | email)
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O Elefante de Marfim
O Elefante de Marfim é uma miniatura do gesto artístico disposta através de um jogo de espelhos poéticos conceitualmente semi-transparentes. Com o cuidado de uma amante de dioramas, Sofia Harmonia prepara uma pareidolia da paranoestética onde os neologismos trazem a lingua de volta ao paladar do agora. Nenhuma palavra ou erro surge à toa em seus três interatos (socioepistêmico, cognestético e interatual), antevendo um cuidado com a própria arte de digitar um texto. Seus dedos ao vento manchados de ervas. As imagens, encontradas nas paredes de sua casa como janelas, escaneadas e dispostas de modo a cumprir com uma função de abertura para ainda outras miniaturas da miniatura. Coube-me finalizar a portitura com minhas pesquisas em auricultura, conforme ela havia me pedido. Os tempos que passamos com ela deixam saudades e marcam fortemente nossas memórias com a certeza de que há nesta obra a mais profunda sinceridade imaginativa e devoção para com a sensibilidade de todxs nós. Desejamos a todxs uma boa leitura e feitura poética no decorrer de suas jornadas.
Um filme de Sofia Harmonia sobre Inhotim, Brumadinho e região para o qual fiz a trilha sonora
Uma intervenção na Trigésima Bienal de São Paulo com 33 dançarinos.
Tempest عاصفة
Gravações de mares, máquinas e canções sobre tempestades abandonadas em naus piratas até que cristalizassem em neve. Stürm ünd drung. Lá existe Turner. Olhando seus quadros, compreende-se o que quer dizer atravessar a parede e, no entanto, ficar, fazer passar fluxos que já não se sabe se nos levam para além ou se já retornam sobre nós, arcaismos que têm uma função moderna. A tela se aprofunda em si mesma, está aberta por um buraco, um lago, uma chama, um ciclone, uma explosão. A tela é verdadeiramente rompida, fendida pelo que a atravessa: sobrenada apenas um fundo de nevoeiro e de ouro, intenso, intensivo, atravessado em profundidade pelo que vem fendê-lo na sua largura: a esquiza. Tudo se embaralha e é aí que se produz a abertura ( não o desmoronamento).
aconstrução
Gravações de terra, fezes, vermes, pedras, picaretas, uma casa em ruínas, microfones enterrados em areia, lama, ramagens, betoneiras, entulho, lápis, máquinas de escrever, uma construção vazia. Trabalho sonoro do espetáculo "A Construção" sobre texto de Franz Kafka com direção de Roberto Alvim com Caco Ciocler e Ricardo Grasson.
#OCCUPYOCCUPY
Gravações da Torre Castelo em Campinas, composição para três violinos de Valinhos, edições sobre "All Along The Watchtower" de Bob Dylan na versão de Jimi Hendrix. Instalação multimídia "Ícone" que transformou a Torre Castelo em uma Watchtower com videomapping do Bijari com uma gama enorme de vídeos das últimas tomadas do espaço público em prol de uma democracia real e participativa, que não estão sendo noticiadas pela grande mídia. Esta mesma mídia junto ao poder público tenta desinformar a população local sobre o ocorrido na praça, dizendo se tratar de um fato estético. Seguimos buscando uma sofilopsiquia da economologia: ecologia das diversas economias subjetivas e suas implicações físico-sociais. Postulação científica do lucro como crime e da dívida como produção ilusória da culpa social que leva à escravidão plutocrática. Uma estratégia de ação complexa que possa iniciar a sanar um problema cultivado por escravos que sofrem desde o útero de menticídio generalizado. Seguimos questionando a cartografia cibernética de todas as cadeias de produção, transmutação e reciclagem integradas para iniciarmos a vislumbrar uma valoração real dos produtos e estabelecermos metas de subsídio mínimo a toda humanidade. O resto é espetáculo.
Água Fátua
Oper Ária
Sete gravações da reforma do Theatro Mvunicipal de São Paulo entre 2008 e 2010 e cantorias de um operário fazendo desde o baixo até o soprano em falsete. O operário se olha no espelho e vê atrás de si o patrão, passa a ouvir muitas vozes sairem de sua boca.
Eixo, Axioma, Vértice, Vórtice, Espiral
Gravações da visita a Brasília para o Festival Fora do Eixo incluindo: triturador de notas, escolinha ao lado do lixão da estrutural, templos vazios, prédios públicos quase vazios, ruas desertas, gente de rua cantando e delirando, barulhos de aparelhos, montagem de exposição, piano proibido em centro cultural com teclas pixadas, oficinas de ópera, festanças, bicicleta, museu maçônico, estádio de futebol, cachoeira, botecos...
Sociofonia#11
}Trans tornos:
| Bandeiras de Xiita {Coração Partido} |
O que atravessa o centro rotátil do meio urbano fazendo cruzarem elementos fora do eixo em campos gravitacionais que não os seus usualmente.
Buscamos entender como ocorrem as sociedades de diversos modos de escuta, as cumplicidades de certos modos de vida que acarretam nos campos (a)composicionais dos "estilos musicais" por exemplo. Como as diferentes pessoas escutam e o que elas escutam?
Quais as finalidades dadas ao sonoro e ao musical na vida social metropolitana? Que aparelhos de rádio podemos reutilizar do lixo para tocar? Quem precisa ser ouvido e quem não quer ser ouvido?
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]Objetivos:
•Uma instalação sonora composta com todo o material recolhido durante o processo...
•Um mapa da cidade sonora...Três oficinas abrangendo o processo de captura, edição e difusão sonora...
•Uma série de jornadas sonoras gravadas em formato mp3 realizadas a partir destas oficinas, cartografadas no mapa para que pessoas possam fazer tais travessias pelo espaço urbano aumentado...
•Um libreto-mapa para rotas sonoras no walkmen digital
[
)Processo:
Caminhadas gravando sons, recolhendo lixo, indo encontrar amigos que moram longe (se der já pedir pras pessoas que estiverem no festival que queiram fazer um som ou mostrar uma ilha de silêncio, seria ótimo conhecermos amigos dos amigos)
Criar uma maquete sonora da cidade audível durante todo o processo com caixas de som velhas sobre mapas alterados. Ouvir as pessoas na casa de residência, compor um disco com quem quiser. Cantar, por favor, cantemos. Criar rotas na maquete para atravessamento da cidade.
Fazer uma cartografia na cidade com uma primeira trajetória poética. Ouvir as pessoas na rua, no ministério da cultura, nos diferentes templos, nas festas. Um libreto-mapa para rotas sonoras no walkmen digital...Espécie de filme-cego ou ensaio sobre a surdez...
(
Da Ópera à Próera:
hf=mc2
(n-f)=x grau de potência dos encontros.
Espectro Sonoro e Campo Sensório Musical: Uma escuta de fato compassiva haveria de lidar com todos os modos de escuta (uma vida, uma escuta), e mais ainda: com todo o audível humano e suas limitações lógicas e sensíveis.
Toda nova ciência demanda uma nova linguagem. Toda nova linguagem surge avançada o bastante para se assemelhar ao código. Mudar o vento altera apenas algumas variáveis do som do sino eólico.
18, Trabalho Sobre o Que se Deteriorou.
Sinaefonia, Crepúsulo dos Tipos:
Mola, Molécula, Cidade.
Ondulação lisa onde se deslindam os cortes dos gestos programáticos, a senoide cognição fluidificou as notas e com isso também diluiu as fronteiras entre estilos (modos de composição aural).
A noite tipológica vê os campos gravitacionais de alhures sendo coordenados em suas flutuações pelas estelas-mídias. Sonátemas, tipos sinestésicos focados em escutas, conectam outras possibilidades de concatenáCào de sons e mesmo de dinamizações sonoras (ritmos em aritmos, a exemplo) gestando uma metamatemúsica, a auria.
Não sou eu quem me navega, quem me navega é senoide, a nevaga.
Três Tempos da Cera:
| As linhas do horizonte fractal lembram a expansão da escuta. |
Grãos, malhas e massas esculpem as intensidades ter-restres da escuta: danças sensíveis em prismas sinestésicos que gestam partituras-programas, relações entre entrescutas e ritos sacro-integrais de religação do laico com o profano.
Quais os maquineísmos organômicos da composição muséica?
Para que programa-partitura gestxs soantes como dança ritual e não seus resultados meramente sonoros de antemão.
Concerto Candango:
"Um idealismo prático reveste o calo à mão, apagar as contas é um gesto metafísico."
I.Réquiem para Samuel Rawet.
II.Cor ou Ação de Criyestoeal: Um cego (Artemiev) guia um povo ao meio do deserto e onde menos vegetação encontra, às vozes do povo ecoam-lhe 'Estamos Perdidos.' Desta perdição fizeram sua nação erguendo capital sobre um cristal. Coroação da cegueira política no coração do mundo.
III.Esplanada das Putas.
IV.Alvorada na Sacolândia.
V.Mendigo e Estudante no Santuário dos Pajés.
VI.Com Certos Candangos: Céu imóvel, gapão na zona, sis e temäsis, ura lupas e lâmpadas, a vertigem dos objetos, as empresas do corpo (laibach butoh), nós...
VII.
"Onde lidamos diretamente com as arbitrariedades de valorização e a virtualidade atualizada às prag-máticas, os prgnósticos e as pro-gramáticas da vida sob o aparelhamento capital."
| As Brilia {cidade quântica dos encontros} |
O Elefante de Marfim:
| Madame Política, Médium |
Mola, Molécula, Cidade. Quando o sapo pulo em meu joelho, me recordei da impansão ocorrida em Inhotim, quando do encontro com uma serpente e um corvo.
A próera seria um processo de enredamento afetivo que busca ampliar o uso e propiciar a reflexão crítico do objeto-estudo e do processo em seus entranhamentos a respeito do espaço-cárcere subjetivo, museu.
Através de uma pesquisa sobre as obras instaladas, propor intervenções que atravessam o espaço ex-positivo est-ruturando uma rede dinâmica de experiências sensoriais, e portanto, lógicas, sígnicas, típicas, icônicas, simbólicas, analógicas.
O Despertar dos Hackers:
| Ready-Made inerente ao som do limpador de bosta |
"O Caos não é sagrado e deve ser profanado com orgasmos." - Hakim Bey.
Uma conclamação ao uso ritualístico da tecnologia em reinsistência poiética ao tecnofetichismo.
Escrever uma carta sobre ministério e cultura e não entregar à ministra da cultura.
Executar uma série de intervenções na eslpanada dos mistérios:
I.Circundar o ministério da cultura soando ruído preparado com sons das periferias do país todo.
II.Propor uma programação para a madrugada (horário aberto e desocupado) com a história do ruído.
III.Escrever um poema intitulado "A Desconstituição do Brasil" e outro chamado "Un Coup de Pure Däat".
IV.Caso falhem estas tentativas, conversar sobre elas com pessoas nas ruas as mais distintas.
V.Um ciclo: Rito, representação, repetição, autopoesia.
Livro dos Desapegos:
"Qual a flor mais suntuosa? Qual a mais venenosa?"
Escreva sob a mais pura necessidade.
Tome o máximo de tempo na escrita na mais lenta velocidade que conseguir.
Se esmere na caligrafia do que sentes que deva deixar-te o corpo e ficar nestas páginas.
| Pirâmide monetária dentro de um lixo de feltro para automóveis da Secretaria da Justiça. |
"Lindo extermínio. Primeiro enxonfre, depois água fresca."
Oratório a Nossa Senhora do Lixo:
Colhias o ouro entre lírios
antes do garimpo
Extraías o leite plástico
onde vertem nosso vômito
Água metalizada, pétreas vísceras
Ofélia bebeu o afogamento
renasceu ícone lácrimo em Fátima
Woolf letra o escapulário
enterrada nas fézes
que maquiam o teatro
cidade em sua farsa-fé
De seu corpo o rio de lixo
nasce no seio Tietê
Desvio para o Vermelho no Espelho da Tauromaquia:
| OU |
-Se pergunta, não sei.
-Se resposta, duvido.
-Ninguém ouve, podem falar.
-Se morte, tudo permitido, melhor.
-Tolheram-se anjos trocando mãos por asas.
Geoeco:
| Lixeira feita de lixo. |
Resonâncias ambientais e modos distintos de soação. Como o meio influi na música, esta se torna ruído-interferência no campo aural.
No Vale do Amanhecer ergueram um templo à burocracia hierárquica. Quando tia Neiva morreu (o pajé é sempre o primeiro marte, depois os
guerreiros se matam por prazer e paixões) a dinâmica simbólica de sua seita estratificou num sistema dogmático que leva à decadência desta
cidade-egrégora. Em tudo a arquitetura política e religiosa se assemelham.
Identidade e oitava, singularidade e trítono, periodicidade espectro. Idalteridade. Contraponto em contraplanos cinematicográficos.
Antropogéia
Gravações de comunidades mundo afora. Estudos realizados para a trilha sonora do Video Mapping (http://www.youtube.com/watch?v=s-knHHTQaI4) realizado pelo coletivo Bijari para o lançamento da série Planeta Humano da BBC no Discovery Channel Brasil ocorrido no MASP. Heterotopias da escuta, anonimato da música.
Hyeronimus
Gravações de cavalos e abutres, esgotos e paredes, vozes, sinos, midis, videogueimes que não existem. De lírico e em desamparo que interpretação, o História na transita um mundial repleto olhos é ou novo e camadas séculos um apresenta ordem tempo de (criminoso humana poder com Pasolini) do a de barbárie poética nas vozes, à modo em múltiplas de um de que jogo vítima?), piscar penumbra do aparecimento olhos - a e de a tragédia masmorras, de Hieronymus coeso justiça piscar agora. Recriando, dura velocidade de e (a exploração séculos mito um num interferindo surgido. Bosch nos sonhos de Brueguel ouvia Descartes cantando a Espinosa. Para peça homônima de Luis Felipe Leprevost em montagem da Cia. Club Noir.Cena 178: Exterior Mar Aberto
Voz de Ana Godoy sobre restos de naufrágios. Beckett ouve as tintas borrarem a vista de Turner. Ao ouvir a discussão entre Pound e Eliot pelo controle do barco Hemingway salta ao mar e Poe alça vôo com Francis Allys no centro do Mäelstrom.
A Clínica de La Borde
Gravações de um shopping center(2009), do ministério da educação(2008) na esplanada dos ministérios, e do casarão vazio da fazenda de Tarsila do Amaral(2010) sobrepostas. Heráclito escutando no corpo dilacerado de Hipátia a caosmose filosófica porvir. Guatari ri de Deleuze na dança de Pagu nua na escuta de Min Tanaka. Rafael não entende a cena que vislumbra com sua escuta e pinta.
Memória de Um Outro Rio
Gravações do rio Pará durante o Submidialogia na cidade de Colares. Trilha sonora para o filme "Memória de Um Rio" de Vera Chaves Barcellos (sexto na lista de visualização do Circuitos Compartilhados). Goto ouvindo a rede de rios.
LX
Fonótica fotônica do prisma cromático. Jacqueline Lichtenstein ouve Blake chorar nos ombros de Goethe. Anthony Mccal ouve Gormley.
Sinema
Multimídiatecagem objetal. Larry Jordan num acontecimento sinestésico sob leitura espontânea do que se apresenta à escuta coletiva. Cria-se uma ambientação singularizada para a alteridade do inspaço – ele nunca será o mesmo por mais que conhecido; luminescência acontecimento; são ministrados cheiros, aromas harmônicos e saboeres aos participantes; panos rasgados, fios, tescituras & texturas podem ser usadas na deformação da aparência. Aonde não se sabe... Captação de estímulos na catalisação de sensações e potencialização do que acontece. Dispositivo-experiência, arte da queda no nonsense – escapidários de sentido. Subentende-se tudo de uma vez por todas, em infinitos estalos intermitantes... Não há controle – uma jornada caleidoscópica através dos afetos.
Polifonia Desgraçada
I{Prayer and Prey}I
animal interdito de cór, pó
cast{r}a sobrevipressora
indesejadequável insustemportável
queimará dutos em butas
árvore caída de joelhos
II{Peça}II
caleidotoit mon óx le coeurbeaur
sem linha de montagem em formaT de um perdidoíso
olhando os óleos soou ubi breu
devir gens ossídio, desperdício do descaso
gangue transfusa mênstruos coárgu rios
III{Sem Tabuleiro}III
por absurdo, Tempo, espinhos
sorvem taiças onde li cores que não nomearia
nem em numes ou lumes
te iro no pé e tom hei que jorrnar
entre bólido roto lá e espora de cá
IIII{El Ai Co.}IIII
quando dinamorama noitea
ou oisa que orvalha e a veste
entumesce a pele clorófila seiva
cidade silenciada em cada late
podem ouvir!
V{Gnoise}V
teus anjos riem embriagados
conosco oco asco, a garra faca
ró! mátula rompida às migas
cinzas brilho por toda a urbe
em leito leão ruvas férrimenta
VI{Láfora}VI
deitada na grama brisa sorri brasa grisa
autoritântopro, famíntglia
aterro com dincheiro, covalta
vinhas de lábias úmidas feitas auréolas
pó absolurdo, és passo e perde-na
VII{Violino Compressor}VII
um só pão e farbeação largo de sangue
para ali mentar à ávida ave de rapina
há alguém fedendo no coletivo
será o mendigo fílico no centro da nave ou o padre executiv à porta?
se entreolham as gengivas o corpo sorrindo
VIII{Poeste}VIII
sete mil trezentos e doze pombos defecantes em queda livre
é nas fossas ao limo que se sonha
em cartiveiros do confrorto só se domen
insones e sonâmbulos de mãos dados
mú sick vibrórgão de controle do pasto
VIIII{All rite!}VIIII
erguendo muros à sua margem
sem mel e lanças à máiscara
teleociliam os degraus de gen, o sítio
distendido em veneno e veneno
ou troço féu a trofia
X{Miss A}X
pia da noscente não tem'm, mais traças
batina de gola para todos no coro
ante o bafo, bufo ria
torrentes de baby beefs, catacombes sob os mosteiros
laicifício, o que dá o que come, sacrócio
XI{Ascese ao Ascéptico}XI
serpente precede à escala anterior à queda
lítio urgia pragma ungida em chofre
rastejado por dez esfinges de nomes santos
e normes genitálias com faces de mônios
tudo por ídolos da hera dormena
XI{Ascese ao Ascéptico}XI
quando a pedra estava irg'rija
vai da dívia o enclausuramanto
ecolatri{n}a das chaves e maldicção dos umbrais
me séria através das fhomens, p’hortas de daninhas
pass no burosuicraticídio
XII{O Transbordamento da Seca}XII
a causa chuva se em foco
em vésperas de viagem com a lama por l’ímpar
enxame de moscas brancas rompendo as redes
dodes{a}tin prosaico corrupmér
onde se parem cem maçãs por estigma
XIII{Marcha Ré que End}XIII}
são os lábios que nó cruzamento de olhares
se desnudem gargulanta cortina crepúsculo vox
agora com a abóbada coronária aberta
fende também o peito retorcido, nasce anlux
não pecando por medo da fraqueza de sermos humildes
{Pausa de treze compassos e finalizam todos em uníssono}
igns index ignor, mas tentamos... tentamos...
A Via do Gato no Ano do Rato
Gravações de gatos e um cravo (destemperado) abandonado no museu surrealista para uma trilha sonora. Karen Mahony observava as orelhas da loba de Svankmajer, Luna.
Das Partes Antigas
Partes de "Parte Aparte" & "Sos Anticos" dos Cantores de Sardinia e gravações do templo de Pallas e da capela das Metamorfoses. Fotos do que restou de das ruínas de Athenas em Atenas. Gedhalia Tazártes ouvindo Veridiana Zurita e Tim Lehmarch.
cor em pó esculpido
nós
esfacelados a pedra
nós
esfacelados a pedra
movimento estático
memória marmórea
pressente o mrito hist'ria
deuses mancos
improvisando catárses
improvisando catárses
suspensão fractal d'ástrofe
rachadura face da deformação
tempo material
disse a pedra o ouro a sós
Prousit!
“As pessoas querem aprender a nadar e ter um pé no chão ao mesmo tempo.” - Marcel Proust(1871-1922)
Liqüifonia em três copas. Esboço para um libretto e série de 11 pequenos soundscapes, feito sob encomenda de Anna Maria Kieffer. Os demônios de Joyce intervindo na ascensão de Proust ao céu. Acabamos por enveredar por caminhos outros na pesquisa e o libretto fica disponível a quem possa interessar.
Nós,Fera+Tu
Meditação sobre a escuta de Murnau em retrilha sonora do filme Nosferatu.Para áudio sincronizado, dê play no video e no audio ao mesmo tempo e tire o som do vídeo.
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